Subscribe


Atores corporativos (ou gato por lebre)

0

Publicado em 26/11/2008 por ogerente


Um dos trabalhos que desenvolvia como consultor em Desenvolvimento Humano, era o de preparar pessoas para processos seletivos, especialmente profissionais especializados em busca de cargos na média gerência.

Os passos deste trabalho envolvem revisão de currículo, mapeamento da história profissional, postura corporal, organização e verbalização de idéias, preparação para perguntas específicas, enfim, uma série de dicas, truques e “sugestões” valiosas para aqueles que vão enfrentar o processo.

O último passo deste trabalho, no entanto, parece paradoxal para algumas pessoas. Isto porque depois de “treiná-las” para determinado desempenho, na última sessão eu sempre digo: Faça o que fizer, seja natural!

__ Mas como? Diziam alguns. __ Todo este treinamento em postura, técnicas, voz, etc.. etc… e você vem me dizer para ser natural?

Clique aqui para ler o artigo completo…



Você, a crise, e seu emprego!

0

Publicado em 01/11/2008 por bruno


Nos últimos dias quem é ligado em assuntos como mercado financeiro e economia vêm assistindo a um filme capaz de gerar emoções de dar inveja a alguns roteiristas de Hollywood. A cada minuto a situação muda, a cada dia um novo cenário, e os governos que se desdobrem para minimizar o estrago.

Embora já não seja mais latente, e sim presente, a crise ainda não mostrou a totalidade dos reflexos que pode ter “na carne” das empresas. Não sabemos até que ponto a possível quebradeira vai afetar diretamente os cargos das pessoas e o quanto vai desaquecer o mercado de contratações. Mas uma coisa é certa: Apertem os cintos.

Tenho conversado com colaboradores de grandes empresas nacionais e em algumas delas a situação já pode ser vivenciada na prática, não exatamente com demissões, mas com enxugamento de custos a ponto de se refletir na remuneração do pessoal. E esta - melhor do que qualquer outra- é a hora de você mostrar sua lealdade à empresa.

Ficar junto na bonança é uma beleza, duro mesmo é permanecer firme em meio à tormenta; mas por incrível que pareça este pode ser o momento ideal para solidificar sua carreira ou mesmo ser cotado para uma futura promoção.

Em meio à turbulência a cúpula estará bem atenta àqueles que permanecerem firmes e aceitarem com bom senso as restrições geradas pelo momento, e certamente saberão valorizar os que honraram seus postos, trabalhando com mais vigor ainda, mesmo que perdendo alguns benefícios.

Embora não saibamos exatamente as proporções e a duração da crise, uma coisa é certa, ela vai passar. E quando isto acontecer os investimentos retornarão e o prêmio será para os guerreiros que mostraram persistência e “cabeça fria”.

Portanto, se você faz parte de uma organização que está sendo “balançada” e cogita “dar o fora” o mais rápido possível, sugiro que reflita com bastante calma, pois dependendo do que  estiver disposto a enfrentar durante a tempestade, você poderá colher muitos frutos quando o céu azul se abrir.
Até mais!



Quem “precisa” de quem mesmo?

4

Publicado em 24/09/2008 por bruno


A ordem tradicional e centenária do capitalismo sempre deixou claro uma coisa, mesmo que, às vezes, disfarçadamente: Manda quem pode (quem é empregador) e obedece quem tem juízo (quem é empregado).

Assim tem sido o mundo há muito tempo, e assim é o comportamento de muitos empresários, gestores e “empregadores”. Ainda existe neles a noção claríssima de que as pessoas precisam da empresa, mais do que a empresa precisa das pessoas.

Será mesmo?

É óbvio que mesmo hoje os “donos dos meios de produção” (ou prestação de serviços), ainda encontram-se econômica e, porque não dizer, socialmente acima daqueles que não são donos de nada além de suas próprias cabeças; estes são os que vendem sua “força de trabalho”.

No entanto, podemos observar de forma muito clara hoje a balança começando a pender para o lado do “mais fraco”! Por quê? Por um motivo simples: tem muito produto, serviço e tecnologia parecida no mercado, e cada vez mais a decisão de consumo de um cliente, ou a performance de uma empresa, depende menos de seu “dinheiro” e mais do comportamento de suas “pessoas”.

Clique aqui para ler o artigo completo…



Afinal, pra quê serve a faculdade?

3

Publicado em 17/09/2008 por bruno


No post de hoje quero convidá-lo a refletir sobre qual a verdadeira função de um curso superior em nossas vidas, e também sobre a razão de muitos se graduarem e continuarem sem saber o que fazer com o diploma.

Como você talvez já saiba, o termo “Academia” vem do grego “Akademía”, e originalmente foi o nome da casa de Platão, uma espécie de escola aonde os filósofos e pensadores da época se reuniam para discutir idéias. Ali se encontravam para trocar experiências, dialogar, questionar uns aos outros e, como conseqüência disso, produzir conhecimento.

A partir destas “conversas” foram nascendo e tomando forma muitas das diversas ciências que se desdobraram na infinidade de conhecimento que temos hoje no mundo. Sem dúvida, grande parte do avanço tecnológico que você vê a seu redor neste momento começou a partir das idéias destes homens, que se colocaram em um determinado lugar para discutirem dúvidas e compartilhar opiniões.

Clique aqui para ler o artigo completo…



Tecnologia ou morte!

0

Publicado em 10/09/2008 por bruno


Agenda novinha, do ano, pasta cheia de papéis, canetas, lápis e anotações, muitas anotações por todos os lados. Onde é que você pôs mesmo aquele bilhete? Hummm….

Embora esta ainda seja a maneira tradicional de trabalhar para muitas pessoas, vemos dia a dia a tecnologia tomar conta de nossa realidade. E o que vemos também, paralelamente, é um número expressivo de profissionais que resiste a estas tecnologias, pelos mais diversos motivos, que vão desde preguiça à afirmações como “eu sou old fashion, meu negócio é no papel”!

Clique aqui para ler o artigo completo…



O novo capital!

2

Publicado em 30/08/2008 por bruno


Por mais que se diga que a competitividade profissional de hoje torne as coisas mais difíceis, não se pode negar que jamais houve uma época com tantas possibilidades para os que se capacitam e decidem partir em busca de um objetivo. Isto porquê vivemos  no capitalismo uma mudança inédita e que está pondo tudo de pernas para o ar. Com produtos e serviços ficando dia a dia mais parecidos, o ponto nevrálgico do sucesso das empresas deixa de de ser o capital de giro para ser o capital humano.

Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas atual diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração nas empresas, no qual os próprios colaboradores são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização.

É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas. E sabe de uma coisa, as elas estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-lás.

Sempre se ouve falar em revistas especializadas, que a maior dificuldade para as organizações hoje pouco tem a ver com falta de capital ou infra estrutura, o que falta é gente. Ou melhor, gente capacitada!

As empresas não dependem mais de ter dinheiro para ganharem a competição, elas dependem de idéias, de boas idéias!

Percebe a grande novidade aí?

Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro disparava na frente e fazia as coisas acontecerem. Não faz mais!

Clique aqui para ler o artigo completo…



A Famosa pós!

0

Publicado em 26/08/2008 por bruno


No post de hoje quero falar sobre uma das opções mais clássicas de quem acaba de se graduar e descobre que a coisa aqui fora é bem mais complicada do que parecia na universidade. O trecho a seguir foi extraído de meu e-book “Concluí a faculdade, e agora?” (editora lebooks), e espero que possa ajudar o leitor a se decidir sobre este importante passo na carreira.

Fazer uma pós-graduação costuma ser uma opção bastante corrente entre os que acabam de se graduar. Seja porque realmente já sonhavam com isto antes da formatura, seja porque acabaram ouvindo por aí que é algo indispensável nos dias de hoje.

Apenas para esclarecer, gostaria de enfatizar que o que chamamos de “cursos de pós-graduação” são programas de estudos de longa duração que qualificam o graduado em determinada área do saber, e se dividem em duas categorias: Lato Sensu e Stricto Sensu. Talvez você já saiba disso, mas há quem não saiba__ e não são poucos.

Clique aqui para ler o artigo completo…



Você? Commodity?

2

Publicado em 29/07/2008 por bruno


Com a alta da inflação e a retração de alguns investimentos de maior risco, as chamadas Commodities tem ocupado mais espaço na cabeça dos investidores. Portanto, vamos falar de Commodities aqui, mas de forma um pouco diferente.

Veja bem, quando entrei para a universidade com o objetivo de cursar psicologia, imaginava que, ao me formar, bastaria ser razoavelmente bom no que faço para arranjar um emprego ou lotar meu consultório com pacientes. Não basta.

Acredite: ser bom no que você se formou não é muita coisa em termos profissionais hoje. Aliás, é pouco demais!

Se você costuma assistir a telejornais de vez em quando ou procura ler alguma revista sobre economia e negócios, já deve ter ouvido esta palavrinha, em inglês, que descreve muito bem o que vêm acontecendo no mundo de maneira geral: Commodity.Este termo é utilizado há muito tempo entre acionistas e investidores da bolsa para descrever aqueles produtos que não apresentam quaisquer características especiais de diferenciação, ou seja, que são comuns e parecidos, como o algodão, o arroz, o aço e outros mais. São produtos cujo valor é usualmente regulado pela oferta e demanda. Quanto mais se têm deles, menos valem.

Clique aqui para ler o artigo completo…



Mas isto não está na minha descrição de cargo!

0

Publicado em 23/07/2008 por bruno


Dias atrás enviei um e-mail bem humorado a um sócio dizendo o seguinte: Como você é dono de x% do negócio, preciso que realize X% deste trabalho, ok?

Ele me respondeu, também em tom de bom humor, com a sentença que é o título deste post.

Neste caso não há problema porque eu e meu sócio sabemos muito bem a parte que cabe a cada um no negócio, e temos a flexibilidade de nos adaptar a eventuais mudanças que possam ocorrer. Mas verdade seja dita, quantas vezes não ouvimos isto por aí nas empresas?

Às vezes a sentença vem de outras formas, como: __ Eu não ganho pra isto! __ Não fui contratado para este serviço e etc…

Longe de minha pessoa querer que você faça algum serviço para o qual não é pago ou que não foi devidamente explicado e acordado, apenas quero convidá-lo a pensar comigo sobre o que os tempos modernos tem feito com este aspecto da relação de trabalho.

Clique aqui para ler o artigo completo…



Tira as calças e pisa em cima!

0

Publicado em 07/07/2008 por bruno


Em um dos posts aqui no blog levantei reflexões a respeito da capacidade de desenvolver uma “visão generalista” como um dos atributos mais valorizados profissionalmente na atualidade. Hoje quero falar de uma outra característica: A inteligência emocional!

De forma simples podemos dizer que inteligência emocional é a capacidade que um indivíduo tem de perceber, avaliar e controlar suas próprias emoções, assim como de lidar bem com as emoções dos outros. E vai muito além do que podemos chamar de bom humor.

Sabe aquele indivíduo desequilibrado? Aquele que sai pra tomar um café de bom humor e volta como se odiasse o mundo? Aquela que não pode ouvir uma crítica que, ou solta os cachorros ou desata a chorar? Já viu o que está motivado de manhã e quer a morte à tarde? E ainda os ansiosos demais, os que oscilam de hora em hora, os mal educados e os que não podem ser pressionados que saem correndo pro banheiro fazer sabe-se lá o que? Pois bem, tais criaturas descontroladas têm sido cada vez menos valorizadas no mercado.

Clique aqui para ler o artigo completo…