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	<title>Carreira e Sucesso</title>
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	<description>Trabalhando na Era do Conhecimento</description>
	<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 23:05:10 +0000</pubDate>
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		<title>Atores corporativos (ou gato por lebre)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 22:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ogerente</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Um dos trabalhos que desenvolvia como consultor em Desenvolvimento Humano, era o de preparar pessoas para processos seletivos, especialmente profissionais especializados em busca de cargos na média gerência.
Os passos deste trabalho envolvem revisão de currículo, mapeamento da história profissional, postura corporal, organização e verbalização de idéias, preparação para perguntas específicas, enfim, uma série de [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p>Um dos trabalhos que desenvolvia como consultor em Desenvolvimento Humano, era o de preparar pessoas para processos seletivos, especialmente profissionais especializados em busca de cargos na média gerência.</p>
<p>Os passos deste trabalho envolvem revisão de currículo, mapeamento da história profissional, postura corporal, organização e verbalização de idéias, preparação para perguntas específicas, enfim, uma série de dicas, truques e &#8220;sugestões&#8221; valiosas para aqueles que vão enfrentar o processo.</p>
<p>O último passo deste trabalho, no entanto, parece paradoxal para algumas pessoas. Isto porque depois de &#8220;treiná-las&#8221; para determinado desempenho, na última sessão eu sempre digo: Faça o que fizer, seja natural!</p>
<p>__ Mas como? Diziam alguns. __ Todo este treinamento em postura, técnicas, voz, etc.. etc&#8230; e você vem me dizer para ser natural?</p>
<p><span id="more-122"></span></p>
<p>Pois é exatamente isto. A naturalidade é o contraponto que vai tornar todas as técnicas &#8220;legítimas&#8221;. Explico: É preciso sim, que tudo esteja muito bem planejado e quase &#8220;ensaiado&#8221;, mas ao mesmo tempo a pessoa tem que desenvolver certa desenvoltura e sentir-se naturalmente à vontade com o &#8220;script&#8221;, para não parecer um robô na frente do entrevistador. Mas ainda pior que isso, é desempenhar ali um papel e não poder sustentá-lo depois.</p>
<p>O que deve ser levado sempre em conta nestes momentos são &#8220;verdade e consistência&#8221;. A preparação para processos seletivos visa não só orientar o profissional para atuação específica na hora da entrevista, mas sim desenvolver nele habilidades que, espera-se, ele continue usando e desenvolvendo caso seja contratado.</p>
<p>Chamamos de &#8220;atores corporativos&#8221; aqueles sujeitos que ensaiam literalmente os passos do processo, até treinam muito bem e acabam contratados, mas depois não conseguem sustentar no dia a dia a imagem que passaram na dinâmica de grupo ou na entrevista. Aí geralmente o tombo é feio, e muito.</p>
<p>Por isso a sugestão que dou a quem está em busca de um novo emprego e vai se &#8220;preparar&#8221; para o processo, é que busque incorporar os novos conhecimentos, habilidade e atitudes a seu repertório comportamental de maneira sólida e perene, desenvolvendo sempre aquilo que &#8220;aprendeu&#8221; na preparação.</p>
<p>Isto vai permitir que sua atuação no cotidiano seja mais congruente com o que foi apresentado na entrevista, e vai com certeza diminuir as chances de seu superior (ou quem te contratou) dizer: É&#8230; Comprei gato por lebre!</p>
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<strong> </strong></p>
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		<title>Você, a crise, e seu emprego!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 19:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Superação]]></category>

		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

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		<category><![CDATA[financeira]]></category>

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Nos últimos dias quem é ligado em assuntos como mercado financeiro e economia vêm assistindo a um filme capaz de gerar emoções de dar inveja a alguns roteiristas de Hollywood. A cada minuto a situação muda, a cada dia um novo cenário, e os governos que se desdobrem para minimizar o estrago.
Embora já não [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/11/finance.jpg"></a><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/11/2_bankrupt.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-115" title="2_bankrupt" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/11/2_bankrupt-300x200.jpg" alt="" width="277" height="200" /></a>Nos últimos dias quem é ligado em assuntos como mercado financeiro e economia vêm assistindo a um filme capaz de gerar emoções de dar inveja a alguns roteiristas de Hollywood. A cada minuto a situação muda, a cada dia um novo cenário, e os governos que se desdobrem para minimizar o estrago.</p>
<p>Embora já não seja mais latente, e sim presente, a <a title="crise" href="http://jc.uol.com.br/tvjornal/2008/10/31/not_168091.php">crise</a> ainda não mostrou a totalidade dos reflexos que pode ter &#8220;na carne&#8221; das empresas. Não sabemos até que ponto a possível quebradeira vai afetar diretamente os cargos das pessoas e o quanto vai desaquecer o mercado de contratações. Mas uma coisa é certa: Apertem os cintos.</p>
<p>Tenho conversado com colaboradores de grandes empresas nacionais e em algumas delas a situação já pode ser vivenciada na prática, não exatamente com demissões, mas com enxugamento de custos a ponto de se refletir na remuneração do pessoal. E esta - melhor do que qualquer outra- é a hora de você mostrar sua lealdade à empresa.</p>
<p>Ficar junto na bonança é uma beleza, duro mesmo é permanecer firme em meio à tormenta; mas por incrível que pareça este pode ser o momento ideal para solidificar sua carreira ou mesmo ser cotado para uma futura promoção.</p>
<p>Em meio à turbulência a cúpula estará bem atenta àqueles que permanecerem firmes e aceitarem com bom senso as restrições geradas pelo momento, e certamente saberão valorizar os que honraram seus postos, trabalhando com mais vigor ainda, mesmo que perdendo alguns benefícios.</p>
<p>Embora não saibamos exatamente as proporções e a duração da crise, uma coisa é certa, ela vai passar. E quando isto acontecer os investimentos retornarão e o prêmio será para os guerreiros que mostraram persistência e “cabeça fria”.</p>
<p>Portanto, se você faz parte de uma organização que está sendo “balançada” e cogita “dar o fora” o mais rápido possível, sugiro que reflita com bastante calma, pois dependendo do que  estiver disposto a enfrentar durante a tempestade, você poderá colher muitos frutos quando o céu azul se abrir.<br />
Até mais!<br />
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<strong> </strong></p>
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		<title>Quem &#8220;precisa&#8221; de quem mesmo?</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/09/24/quem-precisa-de-quem-mesmo/</link>
		<comments>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/09/24/quem-precisa-de-quem-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 10:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comportamento organizacional]]></category>

		<category><![CDATA[capital humano]]></category>

		<category><![CDATA[chefe nervoso]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamento de trabalho]]></category>

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A ordem tradicional e centenária do capitalismo sempre deixou claro uma coisa, mesmo que, às vezes, disfarçadamente: Manda quem pode (quem é empregador) e obedece quem tem juízo (quem é empregado).
Assim tem sido o mundo há muito tempo, e assim é o comportamento de muitos empresários, gestores e “empregadores”. Ainda existe neles a noção claríssima de [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/09/angry-boss1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-102" title="42-17776051" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/09/angry-boss1.jpg" alt="" width="327" height="333" /></a>A ordem tradicional e centenária do capitalismo sempre deixou claro uma coisa, mesmo que, às vezes, disfarçadamente: Manda quem pode (quem é empregador) e obedece quem tem juízo (quem é empregado).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Assim tem sido o mundo há muito tempo, e assim é o comportamento de muitos empresários, gestores e “empregadores”. Ainda existe neles a noção claríssima de que as pessoas precisam da empresa, mais do que a empresa precisa das pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Será mesmo? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">É óbvio que mesmo hoje os “donos dos meios de produção” (ou prestação de serviços), ainda encontram-se econômica e, porque não dizer, socialmente acima daqueles que não são donos de nada além de suas próprias cabeças; estes são os que vendem sua &#8220;força de trabalho&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">No entanto, podemos observar de forma muito clara hoje a balança começando a pender para o lado do “mais fraco”! Por quê? Por um motivo simples: tem muito produto, serviço e tecnologia parecida no mercado, e cada vez mais a decisão de consumo de um cliente, ou a performance de uma empresa, depende menos de seu “dinheiro” e mais do comportamento de suas “pessoas”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span id="more-103"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Logicamente o dinheiro é muito importante, pois sem ele não se compram móveis, computadores, softwares,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>e também fica mais difícil de se fazer marketing<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ou conseguir infra-estrutura. Só que agora não é isto que faz a diferença fundamental, e sim GENTE.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Em um tempo no qual a concorrência é absurda e a opção dos consumidores é quase infinita, o que vai definir a capacidade de competição de uma empresa são as pessoas que estão lá, o famigerado capital humano, que para alguns não passa de “conversa de RH”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Escrevo este post inspirado em uma situação que presenciei há poucos dias, na qual um empresário de muito sucesso disse a seguinte frase após uma questão melindrosa com um empregado valioso: __ “Bem, se quiser, ele é que se adapte ao funcionamento da empresa!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Resultado? A pessoa optou por deixar a empresa; quando uma simples negociação poderia ter resolvido o caso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Ok, mas esta pessoa pode ser substituída? Claro que sim. Vai ser simples? Claro que não! Vai ficar barato? &#8230; Precisa responder?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Enfim, o resumo do que quero expressar aqui é: O eixo de poder dentro das organizações atuais, em especial daquelas que prestam serviços, está se deslocando. Vale menos o dinheiro, a posição hierárquica, a tradição, e valem mais as pessoas que se comportam de forma a gerar resultados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">As pessoas que são boas como profissionais, que são competentes, que tem conhecimentos, que usam suas habilidades e tomam atitudes, passam a ser o principal diferencial, e isto meus caros, aumenta enormemente o poder de barganha destas pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">O famoso “se não quer assim, vá embora”, ainda impera, mas vêm deixando mais e mais empregadores na mão; porquê o sujeito vai mesmo, consciente que é de seu valor! Tenho observado que a tendência das empresas e empregadores que ainda pensam: “eles que se adaptem a nós”, é ficar sem pessoas de valor, pois estas dizem: “nada disso, vamos negociar e a adaptação é mútua”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Enquanto as empresas não entenderem isto a rotatividade crescerá de forma constante , e o que é pior, haverá sempre a evasão de profissionais com competência. Aí é que eu pergunto de novo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Quem precisa de quem mesmo? Hum?</span></p>
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<strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Afinal, pra quê serve a faculdade?</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/09/17/afinal-pra-que-serve-a-faculdade/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 13:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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No post de hoje quero convidá-lo a refletir sobre qual a verdadeira função de um curso superior em nossas vidas, e também sobre a razão de muitos se graduarem e continuarem sem saber o que fazer com o diploma.
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<em><strong> </strong></em></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-89" style="border: 5px solid white;" title="interrogation" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/09/interrogation-300x294.gif" alt="" width="166" height="202" />No post de hoje quero convidá-lo a refletir sobre qual a verdadeira função de um curso superior em nossas vidas, e também sobre a razão de muitos se graduarem e continuarem sem saber o que fazer com o diploma.</p>
<p>Como você talvez já saiba, o termo “Academia” vem do grego “Akademía”, e originalmente foi o nome da casa de Platão, uma espécie de escola aonde os filósofos e pensadores da época se reuniam para discutir idéias. Ali se encontravam para trocar experiências, dialogar, questionar uns aos outros e, como conseqüência disso, produzir conhecimento.</p>
<p>A partir destas “conversas” foram nascendo e tomando forma muitas das diversas ciências que se desdobraram na infinidade de conhecimento que temos hoje no mundo. Sem dúvida, grande parte do avanço tecnológico que você vê a seu redor neste momento começou a partir das idéias destes homens, que se colocaram em um determinado lugar para discutirem dúvidas e compartilhar opiniões.</p>
<p><span id="more-88"></span>Não é a toa que até hoje a universidade é chamada de “Academia”, ou seja, o lugar em que se reúnem pessoas que <em>pensam e dialogam</em> com o objetivo de produzir cada vez mais conhecimento.</p>
<p>Agora quero pedir que faça um teste, se puder. Saia do computador por alguns segundos, ligue para um colega, um amigo, ou dirija-se a algum familiar e faça a seguinte pergunta:</p>
<p>__ Qual a principal função de uma universidade?</p>
<p>Faça a pergunta a três, quatro, cinco pessoas&#8230; Perguntou?</p>
<p>Estou seriamente inclinado a dizer que nenhuma delas respondeu: Produzir conhecimento!</p>
<p>Geralmente se obtêm respostas como: “Ensinar as pessoas! Formar cidadãos! Formar profissionais! Abastecer o mercado de trabalho!”. Colaborar para o desenvolvimento da comunidade!</p>
<p>Veja, é muito importante que a universidade cumpra estas funções sociais. Mas a principal função de uma “academia” <em>é estimular interações interessantes e criativas que venham a resultar sempre em algum tipo de conhecimento</em>.</p>
<p>Deveríamos, em nosso processo educacional, ter experimentado muito mais a possibilidade de interrogar o mundo e buscar nossas próprias respostas. Só que em vez disso, passamos a maior parte do tempo de nossos estudos aprendendo <em>o que perguntaram e o que responderam</em> aqueles que vieram antes de nós, e esquecemo-nos de desenvolver melhor a habilidade de <em>fazermos nossas próprias perguntas.</em></p>
<p>É triste, mas o que vemos até hoje em muitos campi da vida, são alunos e professores que parecem não fazer a mínima idéia de estarem em uma academia. (talvez porque não estejam mesmo!).</p>
<p>É por isso que o sujeito se gradua e fica perdido. Porque aprendeu a dar respostas, e não a fazer &#8220;perguntas inteligentes&#8221;, que é justamente o que o mercado busca.</p>
<p>Não é de alarmar apenas, não é um absurdo simplesmente; é um disparate total!</p>
<p>Concorda comigo? Ou acha que as coisas já estão mudando?</p>
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<strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia ou morte!</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/09/10/tecnologia-ou-morte/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 10:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[computação]]></category>

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Agenda novinha, do ano, pasta cheia de papéis, canetas, lápis e anotações, muitas anotações por todos os lados. Onde é que você pôs mesmo aquele bilhete? Hummm&#8230;.
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<em><strong> </strong></em></p>
<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/09/pc.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-76" title="pc" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/09/pc-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Agenda novinha, do ano, pasta cheia de papéis, canetas, lápis e anotações, muitas anotações por todos os lados. Onde é que você pôs mesmo aquele bilhete? Hummm&#8230;.</p>
<p>Embora esta ainda seja a maneira tradicional de trabalhar para muitas pessoas, vemos dia a dia a tecnologia tomar conta de nossa realidade. E o que vemos também, paralelamente, é um número expressivo de profissionais que resiste a estas tecnologias, pelos mais diversos motivos, que vão desde preguiça à afirmações como &#8220;eu sou old fashion, meu negócio é no papel&#8221;!</p>
<p><span id="more-75"></span></p>
<p>De verdade, você ainda se lembra do tempo em que as pessoas achavam complicado instalar um vídeo cassete ou entender as funções do controle remoto? Hoje, só para operar um simples programa de computador é preciso muito mais complexidade de raciocínio do que para entender todas as funções tecnológicas de uma casa até o final dos anos 1980.</p>
<p>É verdade que os novos fabricantes se esforçam constantemente por tornar a interação com as máquinas cada vez mais intuitiva e natural, de forma que se possa aprender sem muito esforço, através de um caminho lógico e muitas vezes óbvio. Ainda assim, até mesmo para que a pessoa chegue ao nível de ter estas &#8220;intuições&#8221; é preciso que tenha desenvolvido um mínimo de capacidade interativa com a máquina. E sem dúvida, qualquer profissional que pretenda ser minimamente competitivo hoje, deveria se tornar extremamente familiarizado com as novas tecnologias de comunicação, armazenamento e compartilhamento de dados.</p>
<p>Tudo bem que você sabe usar o word e talvez até criar uma tabela (sabe?), mas isto hoje é, como eu mesmo disse em <a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/07/29/voce-commodity/"><span style="color: #3366ff;">outro post</span></a>, muito <em>commodity</em>. Ok, também não precisa se tornar um expert em pacote office e entender de programação html. O negócio é estar sempre antenado com as diversas, democráticas e &#8220;baratas&#8221; ferramentas de trabalho disponíveis hoje, principalmente na internet.</p>
<p>Fazendo isto você garantirá que não está ficando obsoleto, mostrará que habita o &#8220;mundo atual&#8221;, além de, é claro, não ficar com cara de bobo quando perguntarem se o seu endereço de IP está corretamente configurado, ou indagarem sobre a adequação do servidor SMTP.</p>
<p>É tecnologia pessoal, ela está aí, vai tomar conta de TUDO, e não pode ser ignorada!</p>
<p>Uma ótima semana!</p>
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<strong> </strong></p>
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		<title>O novo capital!</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2008/08/30/o-novo-capital/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 21:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>

		<category><![CDATA[capitalimos]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[era do conhecimento]]></category>

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Por mais que se diga que a competitividade profissional de hoje torne as coisas mais difíceis, não se pode negar que jamais houve uma época com tantas possibilidades para os que se capacitam e decidem partir em busca de um objetivo. Isto porquê vivemos  no capitalismo uma mudança inédita e que está pondo tudo [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p>Por mais que se diga que a competitividade profissional de hoje torne as coisas mais difíceis, não se pode negar que jamais houve uma época com tantas possibilidades para os que se capacitam e decidem partir em busca de um objetivo. Isto porquê vivemos  no capitalismo uma mudança inédita e que está pondo tudo de pernas para o ar. Com produtos e serviços ficando dia a dia mais parecidos, o ponto nevrálgico do sucesso das empresas deixa de de ser o capital de giro para ser o capital humano.</p>
<p><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/future.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-45" style="border: 5px solid white;" title="future" src="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/future.jpg" alt="" width="218" height="202" /></a>Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas atual diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração nas empresas, no qual os próprios colaboradores são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização.</p>
<p>É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas. E sabe de uma coisa, as elas estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-lás.</p>
<p>Sempre se ouve falar em revistas especializadas, que a maior dificuldade para as organizações hoje pouco tem a ver com falta de capital ou infra estrutura, o que falta é gente. Ou melhor, gente capacitada!</p>
<p>As empresas não dependem mais de ter dinheiro para ganharem a competição, elas dependem de idéias, de boas idéias!</p>
<p>Percebe a grande novidade aí?</p>
<p>Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro disparava na frente e fazia as coisas acontecerem. Não faz mais!</p>
<p><span id="more-44"></span></p>
<p>Agora, o que está acontecendo é que o dinheiro, embora continue necessário, não é mais a única, nem mesmo a principal fonte de vantagem competitiva das empresas mais ousadas. O capital financeiro já não é mais a grande mola que impulsiona o desenvolvimento, e sim o capital humano.</p>
<p>Com um milhão de reais e sem uma idéia boa não se faz muita coisa no mundo de hoje. Agora, com uma idéia excelente e atitude empreendedora qualquer um pode encontrar investidores que estejam dispostos a colocar muito mais que isso em um negócio, ou ajudar uma empresa a fazer bons negócios. A questão decisiva agora, não é apenas “ter dinheiro para fazer”; e sim ter cérebro para descobrir “o que é para ser feito”.</p>
<p>E em um ambiente no qual o importante é ter idéias e fazer as coisas bem feitas o conhecimento torna-se muitíssimo mais valorizado que o dinheiro apenas. É isto que tem causado uma mudança enorme na maneira como as organizações buscam as pessoas, e principalmente na maneira como se relacionam com elas.</p>
<p>Porque é possível à empresa ser dona de prédios, carros, computadores e máquinas, mas ela não pode ser dona da cabeça das pessoas. E como não podem “possuir” os funcionários, resta às empresas cada vez mais agradar a eles, que constituem o seu maior patrimônio, seu capital mais imprescindível. Você!</p>
<p>Isto simplesmente inverte a lógica tradicional do capitalismo, vira tudo ao avesso e abre um enorme leque de oportunidades para as pessoas que sejam mesmo capazes e ousem trabalhar nestes novos tempos. A mesa virou, e quem tem competência, muito mais do que quem tem dinheiro, está por cima.</p>
<p>O mundo agora é dos que sabem e fazem, não mais dos que têm! E você, vai ficar parado?</p>
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<strong> </strong></p>
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		<title>A Famosa pós!</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 10:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualização]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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No post de hoje quero falar sobre uma das opções mais clássicas de quem acaba de se graduar e descobre que a coisa aqui fora é bem mais complicada do que parecia na universidade. O trecho a seguir foi extraído de meu e-book &#8220;Concluí a faculdade, e agora?&#8221; (editora lebooks), e espero [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/image001.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-39" title="image001" src="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/image001.gif" alt="" width="99" height="99" /></a>No post de hoje quero falar sobre uma das opções mais clássicas de quem acaba de se graduar e descobre que a coisa aqui fora é bem mais complicada do que parecia na universidade. O trecho a seguir foi extraído de meu e-book <strong>&#8220;Concluí a faculdade, e agora?&#8221; (editora lebooks)</strong>, e espero que possa ajudar o leitor a se decidir sobre este importante passo na carreira.</p>
<p>Fazer uma pós-graduação costuma ser uma opção bastante corrente entre os que acabam de se graduar. Seja porque realmente já sonhavam com isto antes da formatura, seja porque acabaram ouvindo por aí que é algo indispensável nos dias de hoje.</p>
<p>Apenas para esclarecer, gostaria de enfatizar que o que chamamos de &#8220;cursos de pós-graduação&#8221; são programas de estudos de longa duração que qualificam o <em>graduado</em> em determinada área do saber, e se dividem em duas categorias: <strong>Lato Sensu </strong>e<strong> Stricto Sensu</strong>. Talvez você já saiba disso, mas há quem não saiba__ e não são poucos.</p>
<p><span id="more-38"></span>A sua decisão de fazer uma pós-graduação pode ser justificada a partir de diversos fatores, entre eles: aprofundar seus conhecimentos; construir novas oportunidades de atuação profissional ou de ascensão na carreira; aumentar sua empregabilidade; desenvolver o pensamento crítico e reflexivo; preparar-se para a carreira acadêmica e para concursos públicos, ou ampliar relacionamentos profissionais e acadêmicos (networking).</p>
<p>A Pós-Graduação que chamamos <em>Lato Sensu</em> abrange exclusivamente os <strong>Cursos de Especialização</strong> e destina-se ao aprofundamento dos conhecimentos obtidos na graduação e ao preparo do aluno para iniciar a vida acadêmica na docência e/ou pesquisa. Há também os cursos de especialização que se direcionam para o mercado de trabalho, e são intitulados de especialização profissionalizante. O MBA, do qual vamos falar à frente, é um exemplo de pós-graduação <em>Lato Sensu</em>, voltada principalmente para o mercado de trabalho.</p>
<p>Quando ouvimos por aí as pessoas dizerem__ &#8220;Vou fazer uma pós para melhorar minhas chances no mercado&#8221; __ geralmente estão falando da pós em nível de <em>especialização</em>, que é, digamos assim, o primeiro nível <em>após</em> a graduação. Entretanto, você <em>não precisa</em> fazer a pós em nível de especialização. Se quiser, pode partir direto para uma pós em outro nível, a <em>Stricto Sensu.</em>A Pós-Graduação <em>Stricto Sensu</em> divide-se em programas de Mestrado e de Doutorado. O Mestrado é tradicionalmente voltado para a formação de docentes, exigindo defesa de dissertação em determinada área do conhecimento que revele completo domínio sobre algum tema.</p>
<p>Já o doutorado objetiva a formação de pesquisadores, que também podem ser docentes, exigindo defesa de tese em determinada área do conhecimento que represente uma <em>contribuição original</em> para a Ciência. O mestrado pode ser requisito para o doutorado ou não, dependendo do curso e da instituição em que você o fizer.</p>
<p>Mas enfim, será que você deve fazer uma pós-graduação? (especialização)</p>
<p>Boa pergunta! Depende dos seus planos. Fazer uma pós para dizer que <em>fez uma pós</em> não vai adiantar muita coisa. Na verdade não vai adiantar quase nada. O importante mesmo é o que <em>você vai fazer</em> com esta pós-graduação, como ela se encaixa nos seus planos e no que você quer alcançar no futuro.</p>
<p>Não faça uma pós-graduação porque muita gente — ou todo mundo — está fazendo, nem faça também &#8220;aquela pós do momento&#8221;. Descubra seus reais motivos, imagine como a pós-graduação poderá complementar sua formação e em que aquele conhecimento vai ser <em>útil</em> a você.</p>
<p>Segundo uma pesquisa realizada em 2002, pela Dra Sônia Maria Guedes Gondim, que trata das perspectivas profissionais a partir do ponto de vista de alunos universitários de diversos cursos, muitos recém formados tem escolhido a pós-graduação como uma espécie de <em>remédio para o despreparo profissional</em>, imaginando que isto automaticamente lhes trará melhores chances de sucesso no mercado. O que não é necessariamente verdade.</p>
<p>Hoje um diploma de pós-graduação não faz muita diferença em relação a um diploma de graduação. O que importa não é o diploma, mas o conhecimento e como você o usa. É claro que o seu currículo melhora um pouco; assim como você expande sua visão sobre determinada área de conhecimento. Mas a atuação é que faz a diferença. Se você procurar fazer uma pós sem atentar para isto, a única coisa que vai conseguir é mais um monte de informação para encher sua cabeça.</p>
<p>Algumas perguntas que sugiro a você fazer: &#8220;Em que eu posso aplicar os conhecimentos adquiridos nesta pós-graduação, de maneira prática?&#8221;. E principalmente: &#8220;O que eu poderia fazer com um diploma de pós-graduação <em>que eu já não posso fazer agora, com o diploma da graduação&#8221;?</em>Muita gente que termina uma pós acaba se frustrando, pois percebe que, embora tenha conseguido mais informação, ainda não sabe exatamente como transformá-las em resultados.</p>
<p>Outros fazem a pós em busca de segurança, pensando: &#8220;Quando acabar esta pós, eu realmente saberei o que fazer da vida, ou me darão um emprego&#8221;. Ledo engano. Se você não possuía uma estratégia antes de entrar na pós, é pouco provável que saia dela com uma. A não ser que seja uma pós em estratégia, claro!</p>
<p>Portanto, pense bem nos reais motivos de ingressar numa pós, pois de repente você poderia estar investindo seu tempo e dinheiro em algo que &#8220;efetivamente&#8221; possa fazer diferença em sua vida neste momento.<br />
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<strong> </strong></em></p>
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		<title>Você? Commodity?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 10:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[profissional commodity]]></category>

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Com a alta da inflação e a retração de alguns investimentos de maior risco, as chamadas Commodities tem ocupado mais espaço na cabeça dos investidores. Portanto, vamos falar de Commodities aqui, mas de forma um pouco diferente.

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<em><strong> </strong></em></p>
<p>Com a alta da inflação e a retração de alguns investimentos de maior risco, as chamadas <em>Commodities </em>tem ocupado mais espaço na cabeça dos investidores. Portanto, vamos falar de Commodities aqui, mas de forma um pouco diferente.</p>
<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/07/blog-2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/eggs.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-36" title="eggs" src="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/eggs-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Veja bem, quando entrei para a universidade com o objetivo de cursar psicologia, imaginava que, ao me formar, bastaria ser razoavelmente bom no que faço para arranjar um emprego ou lotar meu consultório com pacientes. Não basta.</p>
<p>Acredite: ser bom no que você se formou não é muita coisa em termos profissionais hoje. Aliás, é pouco demais!</p>
<p>Se você costuma assistir a telejornais de vez em quando ou procura ler alguma revista sobre economia e negócios, já deve ter ouvido esta palavrinha, em inglês, que descreve muito bem o que vêm acontecendo no mundo de maneira geral: <em>Commodity.</em>Este termo é utilizado há muito tempo entre acionistas e investidores da bolsa para descrever aqueles produtos que não apresentam quaisquer <em>características especiais</em> de diferenciação, ou seja, que <em>são comuns e parecidos</em>, como o algodão, o arroz, o aço e outros mais. São produtos cujo valor é usualmente regulado pela oferta e demanda. Quanto mais se têm deles, menos valem.</p>
<p><span id="more-35"></span></p>
<p>A palavra &#8220;aportuguesada&#8221; <em>comoditização</em> também tem sido utilizada mais popularmente por aqui para descrever a velocidade com que as novidades se tornam coisas comuns hoje em dia.</p>
<p>Já se criou até um ditado que diz: <em>&#8220;O diferencial de hoje é a commodity de amanhã&#8221;</em>. Ou seja, tudo que é novidade hoje permanece sendo novidade por muito pouco tempo. Senão, dê uma olhada no celular que você comprou ano passado — se você ainda estiver com ele, é claro.</p>
<p>Vou repetir: &#8220;Tudo que é novidade hoje se torna comum em muito pouco tempo&#8221;. E as pessoas atualmente estão querendo tudo, menos coisas comuns e ultrapassadas! E isto é verdade tanto para computadores, quanto para celulares, como para câmeras de vídeo, e também (surpresa?) para profissionais.</p>
<p>Você tem curso superior? Que commodity que você é! Você é bom no que faz? Que commodity hein amigo! Você é competente? Bem, tanta gente também é!</p>
<p>Não adianta choramingar.</p>
<p>Estamos em um tempo que, por ter esta mudança desenfreada como algo constante, valoriza mais do que nunca pessoas <em>criativas, entusiasmadas, flexíveis, adaptáveis, quase camaleônicas</em>, que saibam resolver problemas e consigam lidar equilibradamente com as tremendas incertezas que são e serão tão comuns a partir de agora.</p>
<p>Só que o tradicional tipo que as universidades formam hoje ainda costuma ser <em>muito diferente </em>deste perfil. Não fomos preparados para o mercado, esta é a verdade!</p>
<p>O que vemos, em conseqüência, são odontólogos que sabem muito bem obturar ou mesmo implantar um dente, químicos que entendem profundamente suas fórmulas, advogados que conhecem muito bem as leis que estudaram, psicólogos que compreendem as complexas teorias do comportamento, engenheiros que fazem seus cálculos com extrema exatidão, mas, em sua grande maioria, pessoas que não fazem a <em>mínima idéia</em> de como oferecer seus serviços ao mercado, nem mesmo conseguem transformar o conhecimento que possuem em algo que traga algum retorno efetivo para si, tanto profissional como pessoalmente.</p>
<p>A maioria de nós, até mesmo por questões de costume e cultura, ainda gosta de se sentir muito segura e tranqüila, de ter <em>previsibilidade total</em> em suas vidas. As pessoas ainda desejam que alguém as dê um emprego, as diga o que fazer e as pague o salário no fim do mês. Não estão acostumadas a dirigir suas próprias vidas.</p>
<p>Mesmo alguns profissionais liberais, que começam logo a atuar por conta própria, acabam tentando se lançar ao mercado sem quaisquer diferenciais que os façam se destacar; em parte por não fazerem idéia do que é <em>empreender</em>, em parte porque têm medo do novo e incerto.</p>
<p>A pergunta então é:o que fazer? Gostaria de sua opinião leitor!<br />
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<strong> </strong></em></p>
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		<title>Mas isto não está na minha descrição de cargo!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 10:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[conflitos]]></category>

		<category><![CDATA[decsrição de cargo]]></category>

		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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Dias atrás enviei um e-mail bem humorado a um sócio dizendo o seguinte: Como você é dono de x% do negócio, preciso que realize X% deste trabalho, ok?
Ele me respondeu, também em tom de bom humor, com a sentença que é o título deste post.
Neste caso não há problema porque eu e [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/question-mark_cartoon.jpeg"></a><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/question-mark_cartoon1.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-31" title="question-mark_cartoon1" src="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/question-mark_cartoon1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Dias atrás enviei um e-mail bem humorado a um sócio dizendo o seguinte: Como você é dono de x% do negócio, preciso que realize X% deste trabalho, ok?</p>
<p>Ele me respondeu, também em tom de bom humor, com a sentença que é o título deste post.</p>
<p>Neste caso não há problema porque eu e meu sócio sabemos muito bem a parte que cabe a cada um no negócio, e temos a flexibilidade de nos adaptar a eventuais mudanças que possam ocorrer. Mas verdade seja dita, quantas vezes não ouvimos isto por aí nas empresas?</p>
<p>Às vezes a sentença vem de outras formas, como: __ Eu não ganho pra isto! __ Não fui contratado para este serviço e etc…</p>
<p>Longe de minha pessoa querer que você faça algum serviço para o qual não é pago ou que não foi devidamente explicado e acordado, apenas quero convidá-lo a pensar comigo sobre o que os tempos modernos tem feito com este aspecto da relação de trabalho.</p>
<p><span id="more-32"></span></p>
<p>A chamada &#8220;descrição de cargo&#8221; é um instrumento gerencial que foi criado para &#8220;tentar&#8221; deixar bem claro a cada pessoa o que deve ser feito. Como ferramenta tem lá seus benefícios, mas nunca foi uma &#8220;maravilha suprema&#8221;; hoje então, já há quem diga que ela não serve para muita coisa, além de atrapalhar.</p>
<p>O fato é que a descrição de cargo é um instrumento útil sim, mas foi criado a partir de uma lógica mecânica e relativamente estável de atuação, que simplesmente não dá conta da imprevisibilidade e mudança do mundo atual.</p>
<p>Existem autores modernos que trabalham com o que se chama de &#8220;espaço ocupacional&#8221; tentando encontrar um conceito de que dê conta da realidade contemporânea. Há muita pesquisa a ser feita e ao que parece o trabalho está longe de acabar.</p>
<p>Mas como ficam então os pobres mortais que são contratados para fazer X e acabam descobrindo que o Y e o W entram no meio da atuação?</p>
<p>Resposta simples: Aprenda o alfabeto; pelo menos a parte dele que &#8220;circunda&#8221; o seu X. A questão aqui é bom senso, tanto da parte da empresa quanto do profissional.</p>
<p>É preciso perceber que é impossível uma descrição de cargo dar conta da realidade mutante de hoje, e sabermos negociar os limites de nossa atuação, que se tornam cada dia mais nebulosos e menos exatos.</p>
<p>Não se contrata alguém para realizar o que está na descrição de cargo; contrata-se alguém para &#8220;entregar resultados&#8221;, e a descrição de cargo que seja modificada caso preciso, para que isto aconteça.</p>
<p>Tudo bem que é mais fácil falar do que vivenciar a experiência de ser &#8220;cobrado&#8221; por aquilo que não está no contrato, mas entenda, no mundo de hoje as coisas mudam da noite para o dia, e é prudente estar aberto a negociações.</p>
<p>O importante é achar um ponto de equilíbrio saudável entre aquilo que você foi contratado para fazer &#8220;no mês passado&#8221; e aquilo que precisa ser feito &#8220;agora&#8221;. Sem permitir abusos da empresa, mas com a flexibilidade que os tempos modernos pedem.</p>
<p>O que você acha?<br />
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<strong> </strong></em></p>
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		<title>Tira as calças e pisa em cima!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>

		<category><![CDATA[cotrole emocional]]></category>

		<category><![CDATA[humor e trabalho]]></category>

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Em um dos posts aqui no blog levantei reflexões a respeito da capacidade de desenvolver uma “visão generalista” como um dos atributos mais valorizados profissionalmente na atualidade. Hoje quero falar de uma outra característica: A inteligência emocional!

De forma simples podemos dizer que inteligência emocional é a capacidade que um indivíduo tem de perceber, avaliar e [...]]]></description>
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<em><strong> </strong></em></p>
<p>Em um dos posts aqui no blog levantei reflexões a respeito da capacidade de desenvolver uma “visão generalista” como um dos atributos mais valorizados profissionalmente na atualidade. Hoje quero falar de uma outra característica: A inteligência emocional!</p>
<p><a href="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/angry_man.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-22" title="angry_man" src="http://www.ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2008/08/angry_man-231x300.png" alt="" width="231" height="300" /></a></p>
<p>De forma simples podemos dizer que inteligência emocional é a capacidade que um indivíduo tem de perceber, avaliar e controlar suas próprias emoções, assim como de lidar bem com as emoções dos outros. E vai muito além do que podemos chamar de bom humor.</p>
<p>Sabe aquele indivíduo desequilibrado? Aquele que sai pra tomar um café de bom humor e volta como se odiasse o mundo? Aquela que não pode ouvir uma crítica que, ou solta os cachorros ou desata a chorar? Já viu o que está motivado de manhã e quer a morte à tarde? E ainda os ansiosos demais, os que oscilam de hora em hora, os mal educados e os que não podem ser pressionados que saem correndo pro banheiro fazer sabe-se lá o que? Pois bem, tais criaturas descontroladas têm sido cada vez menos valorizadas no mercado.</p>
<p><span id="more-21"></span></p>
<p>Não é que as pessoas tenham que deixar suas emoções do lado de fora da organização, isso não existe; somos seres racionais e emocionais ao mesmo tempo. Só que o que mercado valoriza hoje são pessoas que dominam as próprias emoções, que sejam capazes de “gerenciá-las” e conviver harmoniosamente entre si, principalmente em um mundo instável em que as coisas podem virar de uma hora para outra.</p>
<p>A maneira de desenvolver esta habilidade é através de leituras, reflexão, conversas com pessoas mais centradas e equilibradas, estudo do assunto “inteligência emocional” e também estudo de si mesmo. Muitas pessoas encontram no desenvolvimento do espírito — cada uma à sua maneira — o afloramento da inteligência emocional.</p>
<p>É importante você passar a se observar e se conhecer melhor. O que te irrita? O que faz com que você perca a paciência? Se você é uma pessoa de altos e baixos, porque e quando geralmente isto acontece? Existe alguma causa externa? Ou interna? Como lidar melhor com estas situações?</p>
<p>A falta de habilidade em gerenciar as emoções pode muitas vezes ter fundo orgânico e estar relacionada a alterações hormonais ou outras causas físicas, e em muitos casos deve-se consultar um médico. Muita gente sofre e é tachada de diversas coisas, às vezes por anos, quando o problema poderia ser resolvido com ajuda de algum profissional. Em outras situações pode ser também adequado a busca de ajuda psicoterápica, no sentido da pessoa passar a se conhecer melhor e poder lidar mais tranquilamente com seus sentimentos.</p>
<p>Entenda que não estou pregando aqui que pessoas emocionalmente descontroladas são coitadas que tenham sempre algum problema psicológico ou físico, e sim dizendo que isto pode acontecer. Em geral, a busca de informação aliada à prática da auto-observação é capaz de desenvolver bastante a inteligência emocional de uma pessoa. O assunto está em alta e há muita leitura a respeito, fique à vontade!</p>
<p>Até mais!<br />
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<strong> </strong></em></p>
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